sexta-feira, dezembro 04, 2009

Ética e Deontologia - actividade de CP4



Ética e Deontologia

1. Todos nós, no nosso dia-a-dia já ouvimos falar em "ética", "deontologia", "doutrina", "moral", "consciência" e outros conceitos relacionados... Tendo em conta o vosso conhecimento pessoal e após uma pesquisa na Internet elabore um texto onde, de forma desenvolvida, defina e relacione os seguintes conceitos.

2. Tendo em conta o tema da ética e deontologia, faça uma crítica reflexiva a partir das imagens presentes no post.


















O estudo das relações sociais e todas as definições a elas relacionadas provêm já de há muitos anos atrás.
Palavras como ética e deontologia podem ser definidas de diferentes formas, consoante o tipo de interpretação que lhes é dada por cada indivíduo, mas nunca fugindo às temáticas da sociedade e do comportamento do ser humano a nível social.
Por Ética pode entender-se o “modo de ser”, uma teoria que procura explicar e justificar os costumes das sociedades. Esses costumes vão-se alterando juntamente com a sociedade, pois é a existência desta que os define.
O conjunto de princípios que vão sendo adquiridos pelas pessoas ao longo da sua vida em sociedade é exactamente o que define a Ética como uma doutrina filosófica, meramente teórica, não devendo ser confundida com algum tipo de obrigação ou definição normativa a nível social.
O objecto de estudo da Ética, possuidor de características normativas exclusivas, distingue-se de Moral. Moral é um conjunto de normas para a convivência humana em sociedade, dando origem a uma doutrina social (Direito) e não só.
O homem vive em sociedade, convive com outros homens e, portanto, cabe-lhe pensar e responder à seguinte pergunta: “Como devo agir perante os outros?”.
Esta interrogação dá origem à deontologia (“dever”, “obrigação”), uma das teorias normativas, proveniente da filosofia moral, segundo as quais as escolhas são moralmente necessárias, proibidas ou permitidas.
O exemplo mais comum na sociedade actual da deontologia é o chamado “Código de Ética” ou “Deontologia Profissional”. Referentes ao conjunto de princípios e regras de conduta inerentes a uma determinada profissão. Cada profissional está sujeito a uma deontologia própria reguladora da sua profissão. São normas estabelecidas pelos próprios profissionais tendo em vista a correcção das intenções e acções, nos direitos, deveres ou princípios, nas relações entre a profissão e a sociedade.
Tanto a ética como a moral indicam um tipo de comportamento propriamente humano não natural, significando que todo o conjunto de princípios, as definições entre certo e errado, entre bom e mau, não nascem com o homem de forma instintiva. Todas estas definições são provenientes da aprendizagem desenvolvida ao longo da vida com outros seres humanos de uma determinada sociedade e cultura.
Aquilo que vamos aprendendo ao longo da vida permite-nos adquirir valores e noções sobre a vida em sociedade e sobre aquilo que é socialmente aceite ou não, permite-nos ganhar consciência.
Essa consciência de que passamos a ser portadores pode, ou não, ditar futuras escolhas sobre decisões a tomar.
Através das imagens é possível fazer uma reflexão sobre o peso da ética e da moral na sociedade actual.
Quer na vida pessoal quer na vida profissional o uso dos códigos de ética como a filosofia de vida é algo que já começa a escassear nos dias que correm.
Como é ilustrado na maioria das imagens, a falta de honestidade e de transparência das pessoas é algo muito comum a fim de obter resultados benéficos, sem pensar propriamente no bem alheio ou mesmo demonstrando um desrespeito total pela “oposição”.

Tiago Viçoso

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Falar de ética nem sempre é fácil, pois, não será correcto fazer uma
definição única, já que, o que é eticamente correcto para uns poderá não ser para outros.
Atendendo a que ética tem como objectivo distinguir o bem do mal, o comportamento correcto do incorrecto, percebemos então que cada indivíduo terá a sua própria ética, pois, como alguém disse “o que é bom á leoa, não será á gazela, e o que será bom á gazela não será á leoa”. Aqui poderemos então tentar ter comportamentos moralmente correctos ou simplesmente seguir o que a nossa consciência nos indica.
Ética e moral são realmente sinónimos, designam a ciência do bem, no entanto ética é considerado o bem, numa dimensão mais universal e moral, o que se impõe como obrigatório e será numa dimensão mais local. A ética é a procura do viver bem, da felicidade, a moral é associada à obrigação e dever morais pelas quais se devem pautar as condutas dos indivíduos.
Moral é um conjunto de condutas e normas que tu, eu e alguns dos que nos rodeiam costumamos aceitar como válidas. Ética é a reflexão sobre o porquê de as considerarmos válidas, bem como a sua comparação com outras Morais, assumidas por diferentes pessoas.”~

Por Moral entendemos então o conjunto de princípios, das normas, dos juízos ou dos valores vigentes numa dada sociedade.

A clarificação de normas morais, a definição de princípios éticos e uma deontologia profissional para determinadas funções, ou até para benefício pessoal de cada indivíduo parece-me essencial ao desempenho de uma função profissional ligadas á formação de outros indivíduos.
Contudo, temos que ter consciência que qualquer atitude nossa reflecte sempre os nossos princípios éticos assim como os nossos deveres morais.

No 1ºpost: penso que seja a necessidade que muitas vezes o cidadão comum tem de modificar os seus comportamentos para cumprir determinados princípios éticos ou até uma deontologia profissional. Assim sendo, tem muitas vezes que tomar atitudes, que não estão muito de acordo com os seus princípios éticos e suas normas morais.
No 2º post: temos uma atitude de cumprimento entre dois indivíduos, que é um comportamento moralmente correcto e um princípio ético normativo em qualquer sociedade.
No 3º post: deduzo que já tenham escrito tantas vezes ética que o giz acabou.

No 4º post: é o símbolo da justiça, podemos ver uma balança em desequilíbrio manifestando claramente uma sociedade que não cumpre os princípios éticos normativos.
PODEMOS DIZER ENTÃO QUE ÉTICA É A REFLEXÃO DA MORAL!

Ana Esteves Lopes

quinta-feira, dezembro 03, 2009

O Poder dos Media - Joana Ferreira e Mariana Rocha

Joana Ferreira e Mariana Rocha

Nos dias de hoje a sociedade rege-se muito pelo que lê/vê nos media (televisão, jornais, etc), coisas que muitas das vezes são mentira.
Continuando a falar dos media, estes para vender são capazes de manipular imagens através do photoshop ou de outro tipo de programa passando assim a imagem errada da realidade.
A expressão “Uma imagem vale mais que mil palavras”, é uma forma de comparar a força cognitiva e comunicativa das imagens, ou seja, a força que a mente tem para interpretação das imagens.
Através da linguagem icónica, podemos imediatamente associar a imagem ao assunto a que está relacionada, como foi falado nas primeiras aulas de C.L.C., por exemplo associamos a águia ao Benfica, a pomba branca à paz, o cravo à revolução, entre outros.
Existem situações do nosso quotidiano em que “Uma imagem vale mais que mil palavras” como por exemplo a crueldade para com os animais, como demonstra a imagem seguinte.
Como poderemos concluir este é talvez um dos melhores exemplos, pois através dele podemos ver o sofrimento que o animal está a sentir e basta isso para percebermos a mensagem por trás da imagem, sem ser necessário qualquer tipo de palavras.

Este tema é muito abordado via e-mail, as designadas “mensagens correntes”, que têm como objectivo sensibilizar a sociedade para este acto macabro, mas que geralmente não tem qualquer efeito, pois continua tudo na mesma e não são meras assinaturas e a revolta das pessoas que vão mudar esta realidade.

Não só este exemplo, como os mais variados é que levam a população a formar e a preservar uma opinião pública.

quarta-feira, dezembro 02, 2009

Ficha de Trabalho 2 - Ana Baiona

Ana Baiona




Analisando o texto que me foi apresentado sobre a opinião pública pude concluir que:
É através da força gerada pela opinião pública que muitos problemas sociais que lhe dão origem podem ser resolvidos, ela pode atingir uma escala local, nacional ou mundial, por isso a participação activa de todos os cidadãos não só é um direito mas um dever.
Os direitos à liberdade de expressão e informação são elementos fundamentais a toda a sociedade democrática, se não houver liberdade de expressão não há opinião pública.
Hoje em dia, a opinião pública é considerada uma opinião de massas, porque movimenta um grande número de indivíduos numa mesma direcção, muitas vezes manipulado por interesses económicos e políticos.
A formação da opinião pública numa sociedade é influenciada por diversos factores, entre os quais podemos destacar os meios de comunicação, são eles que exercem uma enorme influência sobre o público, não só conseguem manipular sobre o que devem pensar mas também como devem pensar, principalmente sobre as pessoas com menores recursos intelectuais, e as menos preparadas.
Estes utilizam meios e técnicas, que ao incutem no publico a sensação de serem meros instrumentos neutros sobre aquilo que discutem e defendem, servindo-se dos debates, comentadores críticos, entrevistas entre outros que incutem no espectador que quem fala é o representante de todos.
A única forma de os cidadãos evitarem cair nesses processos de manipulação é tornarem-se críticos sobre a informação que lhes é fornecida por os órgãos de informação e pelas instituições democráticas.
Temos que saber pensar e desenvolver o nosso conhecimento através da leitura, exercer o direito de voto, participar nos referendos, ter liberdade de opção e não ser conduzido e manipulado por quem domina.
Podemos também destacar que a opinião pública muitas vezes é posta em causa, existem mecanismos para a sua formação responsáveis por uma deturpação dessa mesma opinião/imagem, dos quais podemos destacar os boatos, as normas de grupo sociais, as sondagens, os líderes de grupo entre outros.

Ficha de Trabalho 1 - Joana Ferreira e Mariana Rocha

Joana Ferreira e Mariana Rocha


2- A Opinião Pública é toda uma opinião que formamos através dos meios de comunicação como a televisão, jornais, Internet, entre outros.

4- Referente ao caso Maddie, foram dadas inúmeras hipóteses sobre o que lhe teria acontecido. A nossa opinião é que foram os seus pais que a mataram, devido aos factos que nos foram apresentados pelos media, mas como nem tudo o que sai na imprensa é verdade não podemos ter uma opinião concreta e sólida.
Outro escândalo internacional envolveu o “Rei da Pop”, Michael Jackson, que foi acusado de pedofilia ao levar crianças para o seu rancho “Neverland”. Ambas somos da opinião que foi apenas para vender tablóides e que ele estava inocente, apenas gostava do convívio com crianças devido aos seus problemas de infância.

5- Concordamos com a afirmação de Fernando Pessoa, pois em Portugal existe muito pessimismo e as pessoas já nem têm interesse em dar a sua opinião, deixando o país à mão de sabe-se lá quem.
Também o facto da população portuguesa ter fraca escolaridade, impede que os cidadãos formem a sua opinião.
Nos EUA, sucede justamente o contrário pois as pessoas dão a sua opinião e ela é considerada válida e pode até retirar presidentes do poder, como foi a situação do presidente Nixon e o caso Watergate.

Ficha de Trabalho 2 - Ana Lopes

Ao ler este texto, verifico que concordo com as suas afirmações.

Sabemos que a opinião pública é o que nele se define e que esta é realmente influenciada por todos os meios técnicos e humanos que nos rodeiam.
Ao estarmos inseridos num determinado grupo, somos sempre influenciados pela opinião generalizada do grupo sobre determinado assunto. É certo que não temos obrigatoriamente que concordar, mas se o assunto tiver relacionado com normas de uma sociedade, sabemos que mesmo não concordando, temos que respeitar. E em muitas situações, tratando-se de um procedimento obrigatório, temos que cumprir.
No entanto, penso que todos nós deveríamos usar o nosso bom senso, que nem sempre está de acordo com o do nosso vizinho, mas terá decerto muitas semelhanças com um grande número de pessoas que formam a opinião pública.
Por outro lado, quando a nossa opinião diverge muito da do grupo onde estamos inseridos, devemos ter algum cuidado em divulga-la. Embora estejamos numa sociedade democrática, onde a liberdade de expressão é um facto, sabemos que há assuntos demasiado delicados e, por isso, o nosso manifesto deve respeitar o outro, ainda que os meios de comunicação muitas vezes não o façam, tentando manipular a opinião de cada um e, por sua vez, a opinião pública.
Os meios de comunicação social são cada vez mais os cérebros das pessoas, não só por oferecerem um mix de informação, mas também porque tomam muitas decisões por elas.
A capacidade de cada um de nós, para fazer a triagem da informação, tem a ver com muitos factores. Não podemos de maneira nenhuma digerir toda a informação, como se tudo estivesse certo, não podemos deixar que manipulem o nosso pensamento.
Na minha opinião, devemos ter vários pontos de vista para podermos reflectir, pois, várias linhas de pensamento dão-nos sempre mais oportunidades de decisão. Devemos nós próprios fazer uma busca pessoal sobre qualquer assunto que exija uma decisão através de opinião pública.
Como sabemos, os meios de comunicação são de tal forma manipuladores que, muitas vezes, as pessoas não têm capacidade para “cozinhar” a informação e formarem uma opinião em conformidade com a sua linha de pensamento.
Em suma, é deveras importante que não os deixemos manipular, mas antes constituirmos as nossas próprias opiniões sobre as matérias, estejam elas ou não de acordo com a “massa” e com os “mass media”. Por isso, concordo plenamente que urge cada vez mais e é necessária à evolução de qualquer Democracia a formação de leitores activos e críticos.

Ficha de Trabalho 1 - Ana Lopes e Vitor Belchior

2 - Opinião Pública: É UM CONCEITO ORIGINADO POR UM GRUPO DE PESSOAS SOBRE DETERMINADO ASSUNTO E QUE SE GENERALIZA PARA O RESTO DA SOCIEDADE.

4 - A opinião formada sobre o tema “Violência escolar” surgiu depois de notícias reveladas pelos media, mais precisamente pela televisão. Ela tornou-se mais importante e conhecida, devido aos vídeos efectuados pelos jovens em plena sala de aula, onde mostravam a violência entre eles próprios e o docente. Na nossa opinião este tipo de violência tornou-se mais frequente quando os jovens tiveram necessidade de se evidênciar, mostrando vídeos chamativos na Net , imitando outras culturas onde estas situações já se verificam há mais tempo.
Neste momento estas situações são mais comuns devido ao acesso fácil ás novas tecnologias e á necessidade de diferenciação de alguns jovens. São atitudes na maior parte das vezes inconscientes e falta de inter-acção familiar.
A nossa opinião também é que este tipo de violência escolar é mais do conhecimento público devido á facilidade de divulgação das notícias.

5 - Uma nação é constituída por pessoas que têm opinião sobre todos os assuntos que a mesma lhes expõe. Para que uma nação se forme com uma estrutura política democrática, é necessário que o seu povo manifeste a sua opinião e que normalmente acontece através de eleições. Quando é preciso aprovar determinadas leis mais delicadas, como o caso do aborto e da regionalização, a sociedade também tem que votar. Podemos também falar no caso do futebol. Se no nosso país a população não fosse tão adepta deste desporto, talvez esta nação não fosse tão conhecida como uma das que tem grandes futebolistas. A opinião pública manifesta-se em tudo.
Na minha opinião, posso então concluir que uma nação democrática, evidência, promove e desenvolve, as personalidades, ideias e atitudes que a opinião geral da sociedade manifestou.

Ficha de Trabalho 1 - Tiago Viçoso e Pedro Abrantes

2. É a opinião desenvolvida pela maioria da população, sobre um determinado tema, com base na informação que é fornecida ao pública.

4. A opinião formada sobre temas de interesse público é altamente influenciada pelos serviços de informação, que têm um papel determinante na criação dessas opiniões devido à forma como as informações são transmitidas ao público.

5. Um exemplo prático desta afirmação na actualidade é as eleições e os referendos, onde a população “decide” o que acha benéfico para o futuro do seu país. Sendo a qualidade da opinião pública um factor determinante para evolução da nação.

Ficha de trabalho 2 - Bruno Santos

A verdade é que os media assumem-se cada vez mais como um meio de formar opiniões ao invés de transmitir informação. Todos os meios de comunicação são, hoje, veículos para a criação e transformação de consciências. A informação quando chega às massas vem logo tratada pelos órgãos de comunicação social, já tem o cunho pessoal do jornalista que compôs a peça ou a reportagem, contribuindo assim para a formação de uma consciência comum.
O poder dos media para a formação de consciências é usado, em ultima análise, para a formação de uma opinião pública, o que é comum e indiscutível. Para corroborar esta afirmação podemos munirmo-nos de exemplos onde os media foram usados de forma clara para a formação de uma consciência e opinião pública comuns. Não é preciso recuar muito atrás no tempo para nos lembrarmos do papel preponderante que Barack Obama atribuiu à sua campanha eleitoral munindo-se de todos os artefactos de comunicação.
Lembremo-nos do caso do Eusébio e do novo Hospital da Luz, que não foi mais que uma manobra clara de marketing gratuito. Se formos um pouco mais atrás no tempo, lembramo-nos da forma como o regime nazi usava a propaganda como forma de mobilizar consciências.
Parece-me claro o poder que os meios de comunicação exercem sobre a opinião pública. É, também, verdade que assistimos cada vez mais ao aparecimento de algumas pessoas alegando a ‘desinformação’ ou questionando a qualidade da informação que se veicula pelos media. Por isso, e voltando ao ponto de partida, é preciso filtrar esta informação e analisá-la de forma crítica.
Cada um de nós deve ter espírito crítico e olhar para o mundo que nos rodeia com uma postura de interrogação e problematização das realidades que pautam o nosso quotidiano, isto é, não aceitar passivamente os dogmas da sociedade, mas questioná-los permanentemente. Assim, não devemos assumir como verdade o que nos transmitem os media sem termos conhecimento da totalidade dos factos. A formação da Opinião Pública como dominante, não provém do raciocínio, da razão ou da justiça, mas sim do número de elementos que defendem determinada opinião, constituindo desta forma a denominada “cultura de massas”.
A perspectiva conjunta de um povo acerca de qualquer assunto é considerada a opinião nacional que é baseada nos valores históricos, educacionais e morais de cada sociedade.
Individualizando, penso que cada pessoa tem o direito de intervir na direcção dos assuntos públicos do Estado, participando de modo directo ou indirecto na formação do governo e da sua administração, aliás como dita a democracia em que nos inserimos.
Em suma, somos cidadãos de uma sociedade onde imperam regras, no entanto devemos dar a conhecer a nossa posição e sermos sempre críticos, porque cada opinião conta.

Ficha de Trabalho 2 - Tiago Viçoso

A opinião pública origina-se através de julgamentos e ilações retiradas pela comunidade, não individualmente, mas como uma maioria, como uma corrente, sobre um determinado tema, de acordo com a cultura de massas.

A criação desta muitas vezes rege-se em torno de temas mediáticos e polémicos da actualidade, como por exemplo, os escândalos públicos (Freeport; “Face Oculta”, entre outros) ou um tema directamente relacionado com a comunidade a nível global (Aborto; Casamento entre pessoas do mesmo sexo; entre outros), que se tornam do conhecimento público através de grupos sociais, dos media e até mesmo através dos próprios governantes aquando da criação de referendos.

As informações divulgadas, seja por que meio for, são interpretadas de maneiras diferentes, variando de pessoa para pessoa, dependendo de diversos factores como o ambiente social em que estão inseridas, a formação literária e os recursos de comunicação e pesquisa de que dispõem de modo a poderem desenvolver a sua opinião.

A opinião pública está directamente relacionada a um fenómeno social que poderá ou não ter carácter político, sendo mais do que uma simples contagem de opiniões. Esta é influenciada pelo sistema social de um país, de uma comunidade.

Para que exista a transição de opinião pessoal para opinião pública é necessário que a comunidade (uma massa; uma maioria), a manifeste. Mas, por vezes, essa manifestação está longe de ser fácil.

Ao estarmos inseridos numa comunidade pertencemos a um padrão social. Um porta-voz de uma opinião na tentativa de torná-la pública, por vezes, pode ser alvo de repercussões sociais, levando até à sua exclusão.

Certas pessoas, activas na vida político-social do país, gozam de um estatuto que lhes permite manifestarem a sua opinião pessoal publicamente. Os chamados líderes de opinião, ao fazerem-no desempenham um papel importantíssimo na Democracia e para os cidadãos dispondo de uma influência considerável para a formação de uma opinião em massa.

As opiniões em massa por vezes são alvo de estudo, recorrendo-se às sondagens ou estudos de opinião. Quando se fala de sondagem refere-se a um processo de recolha de informação a partir de uma amostra representativa da população. Essa recolha deveria ser imparcial e fidedigna, mas a manipulação dos estudos de opinião, por exemplo em momentos prévios a actos eleitorais, é, infelizmente, uma prática muito comum no nosso país.

Ao longo dos anos, têm havido consideráveis disparidades entre estudos de opinião que vão sendo publicados nos órgãos de comunicação social e os resultados eleitorais obtidos, levando a população a por em causa a veracidade das informações que lhes são transmitidas.

Por fim, gostaria de reforçar a ideia de que sendo os Media os principais responsáveis pela comunicação e difusão e que, ao faze-lo estão muitas vezes a contribuir para a formação da Opinião Pública, é assim cada vez mais necessária a formação de leitores activos e críticos para que impere na nossa sociedade democrática a imparcialidade.

Ficha de trabalho 2 - Patricia Carocha

Posicionamento Crítico

Ao longo dos anos e após a liberdade de expressão conquistada no 25 de Abril de 1974, tem-se vindo a assistir a uma manifestação de opinião cada vez mais acentuada.
Hoje em dia, achamo-nos detentores de um total poder assumido para “opinar” em relação a tudo e todos que venham a público e ainda nos achamos no direito de ser levados a sério.
No entanto, esse poder de opinião é geralmente condicionado por aspectos sociais e políticos, valores religiosos e regras de comportamento que nos fazem crer em verdades por vezes pouco verdadeiras.
As próprias sociedades chegam a fazer juízos de valor influenciados pelo “socialmente correcto” e chegam a ter a convicção que os mesmos são absolutamente verdadeiros.
Um elemento bastante importante na formação da opinião pública é, sem dúvida, o poder da argumentação, o esmiuçar dos factos e defende-los exaustivamente, tornando esses argumentos credíveis, quase intocáveis em função do objectivo que queremos alcançar.
Actualmente, os partidos políticos quando entram em campanha, ou quando estão a estudar factores importantes para formação de um programa de governo, concentram-se na opinião pública em relação a vários temas para direccionar as suas intervenções em concordância com essa mesma opinião, de modo a convencer a maioria do eleitorado e conquistar assim o seu voto.
Um líder político tem sempre um nível de formação acima da média, tem uma imagem que nos atinge positivamente, tem um comportamento público aparentemente intocável, tem uma educação que deverá ter como base valores respeitados na sociedade em que está inserido, de modo a não ser excluído da mesma, tem um poder de argumentação convicto, usa e faz um discurso capaz de prender multidões, pois só deste modo conseguirá liderar opiniões de forma a atingir a sociedade e captar a atenção da mesma em proveito do objectivo que pretende alcançar.
Por vezes estamos tão deslumbrados com aquela imagem de “ser perfeito” e inabalável, capaz de representar uma nação, que precisamos de ouvir os críticos activos que têm como principal função alertar-nos para a veracidade da essência desse deslumbramento, desses discursos, dessa imagem, dessa argumentação, de modo a sairmos dessa opinião pública e fazer uma análise imparcial, neutra.
Daí ser cada vez mais necessária a formação de leitores activos e críticos, que não se deixem manipular pela opinião pública, pelos mass media, por esta “sociedade de massas” onde vivemos mergulhados.


Trabalho realizado por: Patricia Carocha

Ficha de trabalho 2 - David Trancoso

A opinião pública é quando determinada opinião atinge um consenso pela maioria de um grupo, esta verifica-se em interesses sociais, políticos e no nosso quotidiano.

Os media têm um papel importante na opinião publica, pois se elevam a voz do povo também a condicionam.

Quem controla a informação, controla o saber, as opiniões. Cada jornalista dá a sua opinião sobre um determinado assunto e cabe-nos a nós saber separar a ficção dos factos.

A televisão, a Internet e os jornais fornecem informação em grande escala, sendo os impulsionadores da opinião pública no nosso dia-a-dia. Quer se fale em desporto ou num crime moribundo, há sempre opiniões. A liberdade proporciona-nos isso e antes do 25 de Abril de 1974, os temas de opinião pública e a própria opinião pessoal eram escolhidos a dedo para satisfação de interesses.

A opinião pública insere-se em determinados grupos, à escala global, nacional ou local. A Democracia no nosso país é o maior exemplo de opinião pública à escala nacional, os problemas na sociedade, regras/leis a seguir, são alguns dos factores a ter em conta.

Quando estamos inseridos num grupo, neste caso o grupo dos cidadãos portugueses, tentamos seguir uma corrente de opinião a nível nacional. Mas, mesmo seguindo uma opinião deste tipo, podemos inserirmo-nos a nível global.
Os problemas ambientais por exemplo, são um tema de opinião pública a nível global. O aquecimento global é um tema em que povos de diferentes culturas podem debater ideias e criar opiniões. Não concordo com o tema opinião pública numa empresa, talvez por ser um meio mais pequeno, onde as opiniões podem não ser muito bem aceites e, neste caso, se note mais o choque de ideias a nível pessoal.
A opinião nasce de ideais que nos foram incutidos quer a nível profissional, passando por experiências de vida, quer a nível pessoal pela educação que nos foi dada e até mesmo pela religião que seguimos. Por exemplo, uma pessoa com uma educação católica pode partilhar da opinião pública em relação à má governação do nosso país, mas de certeza que vai discordar da opinião pública em temas controversos como o uso do preservativo na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, que é criticado pela Igreja. A Igreja, neste caso, serve de gerador de opinião, assim como o estado da nação também o foi.
Existem diversos geradores de opinião, os líderes de opinião de um determinado grupo (no caso da Igreja, o Papa), boatos, as leis/normas e, como referi anteriormente, os media.

O direito ao voto é um caso de opinião pública, para haver um vencedor tem de haver um candidato que reúna um consenso entre os eleitores. As sondagens são um factor de geração de opinião pública, mas neste caso é um factor de risco, pois as mesmas podem ser controladas por interesses para criar opiniões.

Penso que, se numas eleições a nível nacional as sondagens forem alteradas, dar por exemplo uma maioria absoluta a um determinado partido, este acto pode influenciar na escolha pessoal de cada um, pois pensamos que a opinião geral segue naquele sentido.

Concluindo, é a partir da opinião pública que a nossa sociedade se gere. Decisões são tomadas para agradar às massas, opiniões são manipuladas por interesses. É necessária uma actualização regular da informação no nosso quotidiano para podermos ter opiniões seguras sobre determinados temas, e aí podermos ou não inserirmo-nos na opinião pública, devendo sempre que possível assentar a nossa opinião através da recolha das nossas próprias informações, consultando diversas fontes.



David Afonso Trancoso

Ficha de trabalho 1 - Patricia Carocha e Bruno Santos

2- Opinião pública é aquilo que pensamos sobre determinado assunto, no entanto essa opinião foi nos imposta e transmitida pelos media. Assumimos essa opinião como certa só porque é a unica verdade que conhecemos até ao momento.

4- No caso Maddie, tudo indica os pais estão implicados no desaparecimento ou morte da menina. Esta opinião foi formada com base nos argumentos e factos divulgados pela comunicação social na altura em que sucedeu o caso. O facto de todos os dias serem transmitidas noticias que sustentavam essa ideia, fez com que tirássemos esta conclusão.
Só temos conhecimento do que é divulgado, formamos opiniões baseadas que os media “querem”, ou seja, o que leva a ter mais audiências.

5- Uma sociedade tem no seu desenvolvimento fortes valores culturais que podem ou não modificar-se com a evolução das mesmas. São esses valores que suportam e caracterizam uma nação. Cada país tem a sua história, vivência e até mesmo “traumas” (Ex: Alemanha, causadora de 2 Guerras Mundiais).
A opinião pública de um país que vive num estado democrático como o nosso tem poder. Esta opinião, sendo em maioria, pode influenciar nas decisões políticas ou legislativas de um estado e também influenciar modos de vida e costumes de um povo.
Este povo que é soberano e com toda a informação que lhe é transmitida (através dos meios de comunicação como a televisão, rádio, jornais ou revistas e, hoje, maioritariamente devido à evolução tecnológica, a Internet) tem poderes para individualmente avaliar e julgar, consoante os seus valores, conhecimentos ou nível de compreensão.
Numa nação quando é passada uma mensagem, através dos meios de comunicação, esta é entendida por uma maioria, do mesmo modo que tem poderes para mudar o rumo da notícia.
Podemos ter, como exemplo, a mensagem que abordava o problema da falta de escolaridade e competências profissionais da população em geral, passada pelo nosso governo que, em conjunto com o Instituto de Emprego e Formação Profissional, conseguiu adoptar estratégias que motivassem a população a ter mais formação profissional, validando as competências adquiridas ao longo da sua vida profissional.
Este tema, na nossa opinião, foi bem recebido pela população em geral e, no nosso caso, em particular, se assim não fosse não estaríamos aqui hoje a fazer um trabalho para este módulo de Cultura, Comunicação e Media dirigido pela formadora Filipa Lopes.

Ficha de Trabalho 2 - Ana Benescu

Posicionamento Crítico

A opinião pública é um fenómeno social, tem a sua origem nos grupos que posteriormente a transformam no conhecido grande público, os quais quando se organizam, discutem ideias e geram as mesmas, informam-se e informam-nos, reflectem acerca de grandes temas da actualidade, criticam e, no fundo, têm em si atitudes comuns.
De seguida, vou enumerar alguns tópicos da opinião pública:

• Poderá ou não ter carácter político, se bem que somos cidadãos inseridos numa democracia, logo, dotados de voz política e com direito à liberdade de expressão;
• É um pouco mais do que uma simples opinião;
• É influenciada pelo sistema social de um país e pela sua comunidade;
• É profundamente influenciada pelos media;
• Não é estática, é dinâmica;
• Não é uma opinião unânime;
• Não é, necessariamente, a opinião da maioria;
• Normalmente, é diferente da opinião de qualquer elemento do público;
• É uma opinião composta, formada das diversas opiniões existentes no público;
• Está em contínuo processo de formação e até evolução das diversas opiniões existentes no público, com o objectivo de ser consensual;

A formação da opinião pública varia em função da nossa classe social, do tipo de sociedade a que pertencemos e das várias relações que temos (comunicação interpessoal), da escolaridade dos indivíduos que formam a opinião, das experiências pessoais e também da educação familiar. Mas, são os factores psicológicos os que melhor explicam a formação da opinião pública, uma vez que somos constantemente “bombardeados” pelos equipamentos de comunicação massiva (televisão, rádio, computador com Internet, entre outros meios) que influenciam as nossas opiniões, atitudes/acções e inclusivamente os nossos valores.

A Opinião Pública, nos nossos dias, continua a apresentar-se como um valor simbólico de uso corrente e de circulação ilimitada no universo da vida política. Quando se fazem sondagens de interesses políticos, a Opinião Pública torna-se uma ficção, na verdade, ela já não representa público nenhum, apenas reforça determinados interesses particulares que aspiram a fazer-se passar por vontade colectiva da sociedade.

As sondagens da opinião constituem uma das formas mais utilizadas para saber a opinião pública e assim agir de acordo com essa informação. A importância da “massa” para a opinião pública advém, para além da sua dimensões morfológicas (aglomerações humanas de grande escala), de estados mentais e psicológicos de grande instabilidade, enquanto dominados pelos Media.

Concluindo, aprendi que a Opinião Pública é um instrumento de expressão colectiva de que se serve qualquer sociedade democrática. E qualquer um de nós, enquanto cidadão deve manifestar a sua opinião e o seu posicionamento crítico da forma mais informada e inteligente possível, gerindo-a conclusivamente após a análise de diversas perspectivas e ângulos de uma mesma realidade, após o estudo de diversas fontes de informação para que deste modo se possa criar opinião válida, assente em critérios de imparcialidade.

Ficha de trabalho 1 - Ana Benescu, Ana Baiona e Paula Alves

A forma como foi feita a nossa opinião sobre o tema Caso Maddie, dependeu do que ouvimos em praça pública, dos comentários feitos e transmitidos através dos midia. No entanto, podemos também referir que por vezes a nossa opinião é bastante alterada pelas criticas que ouvimos e que por sua vez são também elas transmitidas pelos midia.


"Uma nação vale aquilo que vale a sua opinião pública"-Fernando Pessoa
Fernando Pessoa, com esta afirmação pretende transmitir que o povo português é bastante Sebastianista, é uma cultura que está agarrada ao passado que não consegue evoluir para poder obter um futuro melhor, sendo bastante influenciável por aquilo que lhe é transmitido.

FICHA DE TRABALHO 1





FICHA DE TRABALHO 1

CLC 5 - CULTURA, COMUNICAÇÃO E MEDIA

Os media e a alteração dos processos de comunicação, intervenção e participação pública

Nomes: __________________________________

Curso: EFA 8

Data: 13/11/2009 Formadora: Prof. Filipa Lopes




PARTICIPAÇÃO NA DEMOCRACIA














INTRODUÇÃO

Os meios de comunicação social têm cada vez mais um papel interventivo na sociedade actual, não só pela informação que prestam, mas também pela formação que pretendem efectuar.

Atendendo à forma como os media condicionam a opinião pública, é cada vez mais necessária a formação de leitores activos e críticos.


Habitualmente designados pelo termo media, os meios de comunicação e difusão ocupam um lugar incontornável na expressão e formação da opinião pública das sociedades democráticas do nosso tempo.





COMO COMEÇAR?


1) — Em pares, discuta com o colega do lado a seguinte questão:

Como formamos as nossas opiniões sobre os temas da vida pública?



2) Com o mesmo colega, escreva uma definição de “Opinião Pública”.



3) —Leia a definição em voz alta.


¯

4) Enquanto grande grupo, reflicta sobre as questões que se seguem:

Relembre algum tema de interesse público actual (Ex. Caso Maddie; Pedofilia na Casa Pia; Serviço do INEM; Violência escolar; entre outros).

DE QUE FORMA FORMOU A SUA OPINIÃO SOBRE ESSE TEMA?







5) Reflicta sobre a actualidade e sentido desta afirmação.



"Uma nação vale aquilo que vale a sua opinião pública"
Fernando Pessoa

FICHA DE TRABALHO 2



FICHA DE TRABALHO 2

CLC 5 - CULTURA, COMUNICAÇÃO E MEDIA

Os media e a alteração dos processos de comunicação, intervenção e participação pública

Nome: __________________________________

Curso: EFA 8

Data: 25/11/2009 Formadora: Prof. Filipa Lopes


PARTICIPAÇÃO NA DEMOCRACIA














INTRODUÇÃO

Os meios de comunicação social têm cada vez mais um papel interventivo na sociedade actual, não só pela informação que prestam, mas também pela formação que pretendem efectuar.

Atendendo à forma como os media condicionam a opinião pública, é cada vez mais necessária a formação de leitores activos e críticos.

Habitualmente designados pelo termo media, os meios de comunicação e difusão ocupam um lugar incontornável na expressão e formação da opinião pública das sociedades democráticas do nosso tempo.


1. Leia o texto que se segue:

A opinião pública surge como um agregado de opiniões individuais semelhantes sobre problemas de interesse público. Neste sentido, também pode ser definida como o conjunto de opiniões dos cidadãos que os governantes acham prudente ter em conta. A opinião gera-se em torno de informações sobre acontecimentos centralizadores das motivações, interesses e preocupações de grupos sociais e do grande público. A opinião pública representa o julgamento de um considerável número de membros de uma comunidade relativamente a problemas controversos.

Quando um grupo se pronuncia de modo unânime, estamos perante uma corrente de opinião. Certos temas geram correntes de opinião e desencadeiam movimentos tendentes a resolver os problemas que lhe deram origem.

Podemos falar de correntes de opinião a diferentes escalas. Numa escola, numa empresa, o que os respectivos membros pensam acerca da direcção pode constituir um exemplo de opinião pública à escala local. O que os cidadãos de um país pensam acerca da forma como o governo administra determinado problema permite falar em opinião pública à escala nacional. Podemos também encontrar uma opinião pública internacional em assuntos de natureza global, tais como os problemas ligados ao ambiente, aos direitos humanos, segurança e defesa.

A complexidade do fenómeno da opinião pública deve-se à diversidade de factores que nela intervêm: escolaridade dos indivíduos, comunicação interpessoal, experiências pessoais, educação familiar e normas dos grupos de pertença. Contudo, a opinião pública não é o simples somatório de opiniões individuais, o que a distingue do sufrágio (votação) ou dos resultados de um referendo. Trata-se da manifestação, numa certa direcção, de atitudes colectivas supostamente maioritárias num grupo ou numa comunidade.

Os mecanismos de formação da opinião pública geralmente apontados, nos estudos sobre o fenómeno, são: os boatos, as normas de grupo, a comunicação interpessoal, os líderes de opinião e os mecanismos psicossociológicos de selecção da informação.

A investigação tem vindo a demonstrar o papel determinante dos grupos de pertença na formação da opinião. Com efeito, as discussões no interior do grupo e s relações interpessoais intensificam e explicitam as opiniões. Também os guias ou líderes de opinião exercem uma considerável influência na formação das opiniões dos grupos sociais. Esse efeito deve-se, quer à credibilidade e prestígio que gozam em diferentes áreas da vida social e política, quer ao conhecimento que demonstram sobre os problemas de interesse público.

As sondagens de opinião constituem uma das formas mais utilizadas para saber a opinião pública e, assim, agir de acordo com essa informação. Na actualidade, as sondagens assumiram uma grande relevância nos regimes democráticos. A possibilidade de realizar e publicar as sondagens em períodos eleitorais continua a ser um tema polémico em muitos países, pois as próprias sondagens podem ser distorcidas se a informação for manipulada.

Excerto retirado de Educação para a Cidadania, AAVV, Plátano Editora


2. Apresente as suas conclusões e fundamente a sua opinião, num texto não inferior a 30 linhas.

Posicionamento Crítico:

sexta-feira, novembro 27, 2009

Video Killed the Radio Star - Buggles, 1979

Inserido no tema das novas tecnologias analise o video que se segue e deixe o seu comentário.


Video Killed the Radio Star - Buggles, 1979


I heard you on the wireless back in Fifty Two
Lying awake intent at tuning in on you.

If I was young it didn't stop you coming through.


Oh-a oh


They took the credit for your second symphony.

Rewritten by machine and new technology,

and now I understand the problems you can see.


Oh-a oh


I met your children

Oh-a oh


What did you tell them?

Video killed the radio star.

Video killed the radio star.


Pictures came and broke your heart.

Oh-a-a-a oh


And now we meet in an abandoned studio.

We hear the playback and it seems so long ago.

And you remember the jingles used to go.


Oh-a oh


You were the first one.

Oh-a oh


You were the last one.


Video killed the radio star.

Video killed the radio star.

In my mind and in my car, we can't rewind we've gone to far

Oh-a-aho oh,

Oh-a-aho oh


Video killed the radio star.

Video killed the radio star.

In my mind and in my car, we can't rewind we've gone to far.

Pictures came and broke your heart, put the blame on VTR.

You are a radio star.

You are a radio star.

Video killed the radio star.

Video killed the radio star.

Video killed the radio star.

Video killed the radio star.


Ao visualizar este vídeo nota-se a evolução tecnológica que tem havido nos últimos anos na realização e montagem de vídeos, a evolução tecnológica trouxe a hipótese de tornar os vídeos mais divertidos e deixarem de ser tão monótonos.

Os meios de comunicação têm evoluído muito, mas a rádio está limitada e cada vez mais pessoas só ouvem a rádio quando andam de carro.

Eu penso que a rádio não vai desaparecer, mas tem vindo a perder cada vez mais ouvintes nos últimos anos devido ao aparecimento da internet, dos ipods, etc.

E mesmo no carro também apareceram os auto rádios com leitores de CD e mp3 o que faz com que cada vez mais pessoas não oiçam rádio no carro.

Pedro Abrantes

O Poder dos Media - Ana Baiona e Odete Duarte

CLC 5 - CULTURA, COMUNICAÇÃO E MÉDIA

Data: 18/11/2009 Formadora: Prof. Filipa Lopes

O Poder dos Media: importância da imagem e de novas formas de linguagem e de comunicação na formulação e preservação de uma opinião pública.

Nome: Ana Baiona e Odete Duarte


O Poder dos Media
O poder dos Media: importância da imagem e de novas formas de linguagem e de comunicação na formulação e preservação de uma opinião pública.

Na formação da opinião pública, os media, indiscutivelmente, têm o poder de manipular e persuadir as mentes humanas.
A única forma de uma manifestação se tornar em opinião pública é recorrendo aos meios de comunicação, sendo estes conhecidos como veículo da denominada “cultura de massas” porque são quem verdadeiramente exerce pressão e influência no público em geral.
É através do mediatismo, do sensacionalismo e da especulação sobre qualquer acontecimento público que as sociedades mais desenvolvidas têm acesso a outras formas de comunicação, mais pessoais e directas, onde muitas vezes se coloca em dúvida a eficácia desse mesmo poder.
A imagem é um dos meios mais importantes que os media utilizam como suporte do acontecimento, através da qual tentam impressionar e captar atenção do público.
Ao criar uma imagem real do acontecimento, o impacto que este exerce é tanto maior quanto mais impressionante for a imagem captada, por isso também é um meio muito utilizado na publicidade como forma de vender e divulgar produtos.
Então, poderemos dizer que: “O peso das palavras não se compara ao choque das imagens”.
Os media utilizam recursos a nível da linguagem e das novas formas de comunicação para cativar, persuadir, impressionar o público, mantendo-o sempre informado e despertando constantemente o seu interesse para os diversos temas sociais.
É através da notícia, dos debates, das reportagens, das entrevistas, das crónicas, dos comentários, entre outros, que se cria uma constante manipulação do público em geral e, por consequência, uma preservação da opinião pública.



quinta-feira, novembro 26, 2009

"A inovação tecnológica produz o desemprego"...

DESAFIO...

No contexto do trabalho que têm estado a desenvolver sobre as Novas Tecnologias, deixa-se em aberto um desafio à turma. Perante a afirmação - "A inovação tecnológica produz o desemprego", cada um deve participar apresentando um argumento contra e outro a favor. No final, esta tabela servirá como base para um debate a realizar na sala de aula.


"A inovação tecnológica produz o desemprego"...



Argumentos a favor

Argumentos contra